As formações ofertadas pela EJAP seguem as especificidades das "Diretrizes Pedagógicas da ENFAM", que constituem a baliza a ser seguida pelas Escolas Judiciais nos Estados. 

Assim, se pode dizer que a EJAP procura seguir o Modelo Pedagógico centrado na Escola Construtivista.

Este modelo foi pensando para conceber o cursista como protagonista do processo de produzir saberes, através do conhecimento organizado pelo docente.  

Se pode delinear esta escolha como aquela que o professor mostra o caminho, mas é o cursista que vai trilhar. 

 

Não se tem respostas prontas, nem gabaritos a serem marcados.

É nesta realidade, que se tem as metodologias ativas como trunfo, onde o uso sistemático nas aulas levara o cursista a uma posição de aprender os conteúdos didáticos (experimentar o conhecimento), interpretar a realidade na qual se insere profissionalmente, e apresentar ideias e soluções (produzir saberes).

 

A opção da Escola Construtivista, também traz ao curso uma forma de avaliar dentro de uma especificidade em que não se faz avaliações e nem provas como no sistema tradicional, mas sim, como se trata do aprendizado no decorrer das aulas, o cursista desenvolve as soluções para as situações de aprendizagens que lhes são apresentadas, sendo um resultado único e diverso.