Constelação Familiar | 20h/a

Período:

14 a 18 de Maio

Horário

14h00 às 18h00

Facilitadora:

Artilamar Quintas

Público-Alvo:

Magistrados e Serventuários

Sobre o Curso

O curso tem como objetivo informar sobre a utilização da técnica das Constelações Familiares no Judiciário brasileiro, abordado os princípios básicos que a regem, buscando tornar visível às partes o problema (emaranhado) que há por trás do conflito que gerou o processo judicial.

 

Como os conflitos levados a uma sessão de constelação, em geral, versam sobre questões de origem familiar,violência doméstica, endividamento, guarda de filhos, divórcios litigiosos, inventário, adoção e abandono, a técnica de constelação familiar ajuda a humanizar as práticas de conciliação no mais como meros litigantes, onde, ao final do processo, um terceiro (juiz) decide a demanda, saindo uma parte vencida e outra vencedora, ou seja, no processo tradicional uma decisão judicial encerra o processo, mas nem sempre resolve o conflito entra as partes.

 

Atualmente, pelos menos 15 Estados mais Distrito Federal, já vem aplicando a Constelação Familiar no Poder judiciário como mais um método consensual de resolução de conflito e essa medida está em conformidade com a Resolução 125/CNJ, que estimula as práticas, bem como próprio art. 694, CPC, que estabelece que todos os esforços serão empreendidos para a solução consensual da controvérsia.

Assim, a Constelação familiar vem sendo utilizada como esforço andas das tentativas de conciliação em vários Tribunais, inclusive, nos TRFs e TRTs. 

 

Objetivo Geral

Aperfeiçoar os Magistrados do Poder Judiciário do Estado do Amapá ao conhecimento da técnica as Constelação familiar que busca tornar judiciário brasileiro mais humanizado, olhando para as partes na sua integralidade e não mais com mais um número processual.

Embora a aplicação da técnica  no judiciário tenha se iniciado pelas varas de família, ela se expandiu para as demais varas ganhando força na varas da violência doméstica, criminais, Infância, juizados Especiais, dentre Outras.

 

Atualmente ela já está sendo implantada no 2º Grau de jurisdição com resultados excelentes em alguns tribunais. 

 

Ao final da ação educacional, os Magistrados serão capazes de aplicar "Audiência de Custódia" à luz,dos direitos humanos, como instrumento de prevenção à tortura e maus-tratos, sob a perspectiva da Resolução no. 213 de 15 de dezembro de 2015, Conselho Nacional de Justiça, bem como buscar mais efetividade ao procedimento judicial.

Objeto Específico

  • Conhecer os princípios básicos que regem as constelações familiares (Leis que regem as relações humanas HIERARQUIA, PERTENCIMENTO e O EQUILIBRIO ENTRE O DAR E RECEBER)

  • Identificar como podem ser aplicados na resolução consensual dos conflitos judiciais ao lado das técnicas como medicação, conciliação, justiça restaurativa e oficina da parentalidade (Resolução 125/CNJ e  art. 694, CPC).

  • Compreender todas as técnicas apresentadas, levando-se em consideração a manifestação sistêmica que ocorra no caso concreto, para que assim, o participante perceba como aquela manifestação se relaciona ao processo judicial.   

© 2019, EJAP. | Av. Duque de Caxias, 1143, Santa Rita, Macapá, Amapá, Brasil